*** 1962 - 2002 *** As décadas que mudaram o setor ***

1954-1961 Antecedentes da Eletrobrás
1962-1966 Criação e Organização da empresa
1967-1972 O crescimento do setor
1973-1979 A Consolidação
1980-1990 A Crise dos anos 80
1991-1995 A reformulação institucional
1996-2002 Novas mudanças


Eletrobrás faz 40 anos

A criação da Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobrás) enfrentou grande oposição e atravessou quatro mandatos presidenciais. O projeto, de 1954, foi assinado por Getúlio Vargas e tramitou até o fim do governo Juscelino Kubitschek, sendo autorizado por Jânio Quadros e concretizado por João Goulart, que instalou a empresa em 11 de junho de 1962, em sessão solene no Palácio Laranjeiras (Rio). O objetivo da Eletrobrás era construir usinas geradoras e linhas transmissoras de alta tensão, marcando o início de um novo ciclo, após a crise gerada pela desproporção entre a demanda e a oferta de energia no país. Na virada para o século XXI, a empresa era dona de 52% da potência instalada do sistema elétrico. E, apesar da crise da década de 1980 e da reforma dos anos 90 - com o início das privatizações -, a estatal ainda atua em todo o território nacional, com cinco subsidiárias regionais: a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), Furnas Centrais Elétricas S.A., a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S. A. (Eletronorte), a Empresa Transmissora de Energia Elétrica do Sul do Brasil S. A. (Eletrosul) e a Eletrobrás Termonuclear (Eletronuclear), que somam cerca de 65.000 MW, incluindo os 50% da Itaipu Binacional.






Departamento de Organização e Documentação - DAO da Eletrobrás.
Desenvolvimento e Implantação: Departamento de Informática - DAI da Eletrobrás.
O Centro da Memória da Eletricidade no Brasil - MEMÓRIA DA ELETRICIDADE criou e mantém este módulo histórico.