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Tucuruí e a interligação Norte/Nordeste
Com seu enorme potencial de 8.000 MW, a usina de Tucuruí, no baixo Tocantins (PA), despontou como a maior hidrelétrica inteiramente brasileira, só inferior à usina binacional de Itaipu. A primeira etapa do projeto consistiu na instalação de 12 unidades geradoras com 4.200 MW de capacidade total. Localizada a 300 km de Belém, a usina foi planejada para atender ao mercado energético polarizado pela capital paraense, levando em conta um projeto global de desenvolvimento regional que incluía muitos incentivos tarifários e fiscais, em especial para a instalação de indústrias eletrointensivas de alumínio. Também foi considerado o suprimento de energia elétrica à região Nordeste mediante a implantação de uma linha de transmissão com 1.700 km de extensão até a usina de Sobradinho, no rio São Francisco, pertencente à Chesf. As obras iniciadas em 1975 chegaram a mobilizar 30 mil trabalhadores. A usina foi inaugurada com atraso em novembro de 1984 no final do governo João Batista Figueiredo. Os estados do Maranhão e de Mato Grosso foram incluídos na região geo-elétrica de responsabilidade da Eletronorte em 1980, o mesmo acontecendo com o estado de Tocantins em 1988.

 

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Interior da casa de força da usina de Tucuruí I, no rio Tocantins